segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

ao mestre com carinho e cuidados - ronaldo brandão

pra agradecer o inesquecível natal que você e o roberto zara me proporcionaram.
ronaldo brandão, você é e sempre será o máximo!!!
foto: gilberto de abreu

sábado, 26 de dezembro de 2009

o cão vagabundo no bar brasil

o bar brasil fechou.
o cão vagabundo é um personagem do livro inédito: impressões vadias - aventuras do cão vagabundo, de autoria minha e do poeta murilo antunes. poesia e arte sequencial. nessas três páginas acima o poema/ação se passa no bar brasil, que soube ontem, "fechou as portas". fica aqui no papel elétrico essa homenagem ao tadeu, garçons e frequentadores, pelos bons momentos que passei em determinada época da vida, nesse bar.
clique na imagem para ampliar e desfrutá-la melhor.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

tito y lis em férias

e aproveitam e me sequestram também, em dias deliciosos. bons tempos bons. amores mais que perfeitos.
fotos: r. abreu

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

exposição memória da cidade na santa casa de belo horizonte

depois de inaugurada no hall da prefeitura a exposição de pinturas: memória da cidade. raffaello berti por rafael abreu, vai agora pra santa casa (outro prédio do berti), de 15 a 31 de dezembro, de 8 às 17 horas.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

mais 1 raffaello berti por rafael abreu

hoje, abertura da exposição; memória da cidade. raffaello berti por rafael abreu. hall da pbh, 19 h. pintura: clube belo horizonte, hoje, museu inimá de paula. acrílica sobre tela. 200x250 cms. 2009.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

raffaello berti por rafael abreu

há alguns poucos anos atrás, depois de pintar muitos símbolos arquitetônicos de belo horizonte, o meu primogênito vinha alimentando a idéia de pintar em grandes telas, os edifícios projetados pelo arquiteto, raffaello berti. um italiano de pisa que veio para bh, em 1929, e projetou muitos edifícios para a cidade, como hospitais, escolas, clubes, hotéis cinemas e etc... em suma; a idéia se desenvolveu em memória da cidade somada a um grande amor do arquiteto e do pintor por essa mesma cidade. este artista plástico, associou os seus delírios aos do seu amigo e produtor manoel hagen e inauguram agora quinta feira as sete e meia da noite no saguão da prefeitura (também projeto do raffaelo), incentivados pelo fundo de incentivo a cultura e alguns apoios, a primeira parte deste projeto: memória da cidade. raffaello berti por rafael abreu. são dez telas de dois metros por dois e meio, em tinta acrílica realizadas neste ano. o quadro acima é o minas tênis clube. acrílica s/ tela. 200x250 cms. foto: tiago dias. a foto abaixo é do próprio rafael abreu, num momento/relax no ateliê ao pintar o primeiro da série; o edifício itatiaia. mais informações. abra o linque em outra janela: http://www.memoriadacidade.com.br/

terra em transe - glauber rocha

(...) paulo - a fome do absoluto. sara - a fome. paulo - eu tenho esta fome. vem comigo sara. não fique como os fanáticos à espera das coisas que não acontecem antes que nos acabemos , vem comigo. a vida está acima das horas que vivemos. a vida é uma aventura. sara - você não entende, um homem não pode se dividir assim, a política e a poesia são demais prum só homem. gostaria muito que você ficasse conosco. volte a escrever. paulo - não anuncio cantos de paz, nem me interessam as flores do estilo. como por dia mil notícias amargas, que definem o mundo em que vivo. oh sara!.. sara - não me causam os crepúsculos a mesma dor da adolescència. devolvo tranquilo à paisagem, os vômitos da experiência. paulo - a poesia não tem sentido. palavras. as palavras são inúteis.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

pequena musa

esse óleo sobre tela em relevo de 30x40cms é postado aqui numa singela homenagem a eliana sabino.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

aperitivo - de: adriana versiani

. Neste verso uma força que arrebata me tomou. Ele toca a minha língua. Fala comigo. Às vezes choro. Sua presença me entorpece, sua imagem me emociona.
- adriana escreve como um elemento na água da correnteza, suas palavras jorram mescladas a esse precioso líquido no seu curso, em velocidades dependentes da largura do rio ou do poema. a gente a lê, relê e aos poucos vai se compondo através das páginas um outro cenário, numa geografia literária bem maior; na grandeza de uma mulher envolvida nos seus femininos instintos. aqui acima, um minúsculo pedacinho (aperitivo) do seu livro de papel biografias de vocês que não existem. mais um pouco de adriana versiani, visite o seu blog: http://www.apaginadolivro.blogspot.com/

sem palavras

se eu me matasse estaria matando a pessoa errada - nicolas behr

domingo, 29 de novembro de 2009

momento: imensa tristeza

pelo falecimeto do nosso querido escritor, poeta e jornalista: alécio cunha.
uma das principais vozes da cultura dentro da grande imprensa mineira, e a bandeira mais forte e incansável dos poetas e seus eventos nessa mesma imprensa.
menos um homem bom na superfície do planeta.
se existir alguma coisa boa depois dessa nossa vida, com certeza o nosso insubistituível alécio a conquistou.
uma perda muito grande em todos os sentidos.
fotos retiradas da internet: caricatura do alécio de autoria de jorge inácio. alécio jornalista em foto do site uai, e alécio entre olavo romano e ronaldo fraga no 2° salão do livro em ipatinga

terça-feira, 24 de novembro de 2009

momento: intimidades

assistindo, muito bem acompanhado, o nosso time perder bem alí na nossa frente, uma lástima.
foto: rafael abreu

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

vem aí - cada vez mais perto!

meu segundo cd, de poesia, quadrinhos e música; gilberto de abreu e a cia joão gilberto e clarice em: ao mais corajoso, o poeta.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

intermezzo II - baú - grupo de teatro andante folias banana

da esquerda pra direita; gilberto miranda na frente do carlos rocha, nely rosa, luciano cintra, adyr d'assumpção, olhando pra todos; (?) me esqueci o nome dele, se alguem reconhecer...(clique na imagem para ampliá-la). da direita pra esquerda; teuda bara, javert monteiro, fernando ribeiro, gilberto de abreu, e míriam menezes encobrindo bel macedo. elenco e cenógrafos de: triptolemo XVII

terça-feira, 10 de novembro de 2009

tributo ao bailarino assassinado igor xavier

recital performático a realizar-se dia 17 de novembro, 20:30 no teatro da assembléia legislativa bh, tendo a intenção de sanar essa ferida que a justiça tem ao deixar em liberdade os assassinos confessos de um crime homofóbico e truculento, ocorrido em montes claros em 1º de março de 2002.
a vítima: igor xavier.
os assassinos: diego rodrigues athayde vasconcelos e ricardo athayde vasconcelos. pai e filho que depois do crime fugiram para belo horizonte, onde vivem hoje, impunes no bairro sion.
maiores informações: associação sociocultural igor vive.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

quadros da casa

quer levar esse quadro e outros para sua casa? clique no texto: quadros da casa, na postagem e fique a vontade

terça-feira, 3 de novembro de 2009

poesia na praça sete

video

trecho do poema gente apresentado na praça sete em 25 de setembro, dentro do projeto poesia na praça sete, ja citado em postagens anteriores. o cavaquin está ligado a um aparelho pilotado por sandro medeiro, e essas imagens foram gravadas por jackson abacatu. houve intervenções da "fauna urbana" da praça sete. veja outros vídeos no youtube, janela de linques aqui ao lado.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

gilberto de abreu no belô poético

esses trechos filmados por jackson abacatu, quando da minha apresentação no belô poético, tem um trecho do velhocyclo, de alguns segredos do tempo e de gente video

momento musical . toninho horta e orquestra fantasma - era só começo nosso fim

iury popoff autoria da música e toca o baixo lena horta a flauta andré dequech piano e teclados nelson faria guitarra paulinho braga bateria wanderley silva percussão e toninho horta violão. esse vídeo está aqui por pura emoção. por essa época, viajei muito até como membro dessa orquestra fantasma (o mais fantasma, pois só aparecia em cena de vez em quando) fazendo shows por vários lugares do brasil, eu fazia os cenários (o que não é o caso aqui, nesse vídeo), e algumas performances, às vezes iluminação e etc... durante parte dos anos 80 e 90, mas assistindo a esse momento musical gravado, me emocionei e aqui vai compartilhado aos visitantes do papel elétrico. video

domingo, 1 de novembro de 2009

a phada é phoda

I
não faço fé!
não fazia...
no poço fundo
a phada
e a sua phantasia
.
na fonte das fotos
nos fatos na fita
nos
phoxtrotes phandangos ou phados:
.
a phada é phoda!
.
II
.
eu que não me enfado
phodo a phada
que na phoda phez mágicas
de eu me apaixonar
.
a phada me deixa
vai-se embora
como num pesadelo
.
III
.
phada
pheda
putta

intermezzo I - grupo azar for export- recoleta, buenos ayres

gilberto de abreu, victor pesquim, gabriela demarco, marina de caro, pepe cáceres, cohen, gimenez, rui santana, inácio sosa, anna göbel e mário suarez na abertura da exposição "azar for export" no centro cultural recoleta junín 1930, em buenos ayres, 1990. foto: verônica.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

o avesso do tropeço, por dário teixeira cotrim

O Avesso do Tropeço, de Gilberto de Abreu, é uma “caixinha” repleta de doces fantasias. De linguagem de fácil entendimento, as palavras brotam em meio aos riscos e rabiscos de uma imaginação fértil, de sentido coerente e de rumo correto. No tropeço diário das nossas loucas alucinações, diz o poeta que “de onde estou sinto a vibração das pessoas com a minha pessoa em ondas mentais que meu corpo capta”. Ora, pode a poesia, como pretende o autor neste seu importante trabalho literário, ser um simples rabisco de caneta e ser também capaz de transformar o mundo fazendo-o virar ao avesso das coisas. Nota-se bem que é do poema imaginário que se faz mensageiro com a palavra de Gilberto de Abreu. E, do mesmo modo, o coloca no plano da arte com arte, com inspiração e sabedoria literária, sem ser a sua escrita um monte de versos estáticos e frios. A arte pela arte estimula o leitor de Gilberto de Abreu a fazer uma viagem fantástica ao mundo das suas doces fantasias. O poeta nos afirma que “tudo que é assim pode ser como é/ tudo que é poder ser assim/ tudo o que passou não volta dá a volta no que foi/ e o que foi não é era e já era”. A criação neste caso não para por aí. Gilberto de Abreu está em dar a poesia o sinônimo de poema, assim como nós verificamos em “Mar pra quê?!”. Vejamos então: “sob o sol frio e matinal/ desse inverno/ cortei as minhas unhas/ partículas de mim/ vão descer na enxurrada/ da próxima chuva/ as extremas/ extremidades/ dos meus membros/ talvez um dia consigam/ chegar ao mar”. Veja bem que “o limite [aqui] é pessoal e intransferível”, sem, contudo, isentar-se de quem quer que seja de suas extremidades artísticas. Na poesia pode-se ir a um lugar mais distante. Se na escrita de Gilberto de Abreu só existisse a poesia ela mesma deixaria de ser poesia. Mas, há muito mais do que poesias no opúsculo O Avesso do Tropeço. Há criatividade, beleza de forma, nas construções de seus versos tem a exatidão na terminologia das palavras. Há, também, nos seus versos livres, ou na sua prosa poemática, uma definição da poesia sobre a violência. A “poesia é o não é do suspiro da arma após o tiro” ou a “poesia é o grito de alerta da barguilha aberta”. Evidentemente que o livro de Gilberto de Abreu, tão pequenino no seu tamanho e tão gigante no seu conteúdo, tem na sua bagagem uma série de valores necessários à formação de uma nova geração. Tudo isso, e tão somente isso, já justifica a sua peculiar ossificação. Alguém dirá, contudo, que o livro de poesias de Gilberto de Abreu tem as características de uma literatura ingênua (inocente). Pois muito bem, ele tem desenhos infantis, figuras infantis, fotografias infantis, riscos e rabiscos infantis, assim como são os livros infantis. Isso é bem verdade! Entretanto, está no seu bojo um profundo senso crítico, disciplinado, isento de dogmas, de escolas e de sistemas literários, senso crítico de um protesto contundente, sério e oportuno, uma vez que o “trem da obediência” anda descarrilando vez por outra dos trilhos na retidão da vida. Assim é o interessante – e pequenino – livro O Avesso do Tropeço. Um livro de boas vibrações como o autor mesmo me disse na dedicatória. Uma coisa é fazer, na poesia, um livro sem querer fazer; outra, o livro de poesia com poesia. A obra literária de Gilberto de Abreu é um livro de poesia com poesia. Abrindo-o ao avesso, deixando se encontrar a primeira capa com a quarta capa, nota-se que a ilustração contida ali é uma imagem diante do espelho. Esta é a razão de ser de nossas vidas espelhadas. E assim sendo, no avesso do tropeço há é um belíssimo livro de poesia. Portanto, parabéns Gilberto! -- - - Dário Teixeira Cotrim Diretor da Biblioteca Pública de Montes Claros Academia Montes-clarense de Letras Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros.

domingo, 27 de setembro de 2009

vem aí...

meu segundo cd: ao mais corajoso, o poeta. acima a capa; fotos do saudoso lincoln continentino mixadas por mim usando um photoshop. você pode ouvir algumas faixas desse cd clicando no poesia sonora na janela de linques, gilbertinópolis. pode assistir a um vídeo clip, numa postagem mais antiga aqui do papel elétrico, chamada alguns segredos do tempo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

poesia na praça sete

dia 25 eu e o luando de abreu faremos uma apresentação nesse projeto criado pelos poetas e agitadores culturais, rogério salgado e virgilene araújo. amplie a imagem clicando nela e veja mais detalhes desse evento.

bh music station

sábado passado, meia noite, eu e o luando de abreu fizemos uma apresentação no bh music station. (breve aqui fotos) e mais informações

sábado, 19 de setembro de 2009

quadros da casa

esse espaço que criei é para facilitar a comercialização do meu trabalho de quadros e etc...
clique aqui ao lado, na janela gilbertinópolis - linques, em quadros da casa e você vai lá.

sábado, 5 de setembro de 2009

23º psiu poético - montes claros

intão estamos combinados; de 4 a 12 de outubro nos encontraremos em moc. clique no título dessa postagem e entrará no site do psiu.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

josé rafael, o guerrilheiro do chapéu flutuante

êsse desenho é de 1976, é desenhado/pintado com ecoline (espécie de aquarela líquida), sobre papel fabriano, mede 28 x 40 cms. feito no bairro da serra, bh, este desenho foi uma homenagem saudação ao nascimento do meu primeiro filho, josé rafael rodrigues de abreu. em 76 estávamos, tanto eu como a mãe dele a míriam e também os amigos, influenciados pelo militarismo e fazíamos guerrilhas culturais com seus efeitos, o enfoque humanístico dado nessa obra somado ao seu tema, dá a esse desenho uma força que talvez também signifique resistência.(veja uma coleção de slides desse desenho clicando no título dessa postagem, ou clique na miniatura na janela homônima ao lado).

alguns segredos do tempo

video

sexta-feira, 31 de julho de 2009

poesia sonora

poesia sonora é onde você pode clicar aqui ao lado, na janela de linques - gilbertinópolis - e conhecer um pouco desse formato da poesia.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

o avesso do tropeço, por rogério salgado


o avesso do tropeço de gilberto de abreu
por rogério salgado
o livro o avesso do tropeço (edição do autor) é antes de tudo, um livro simples, onde o autor sem pretensões, fala de coisas corriqueiras com a simplicidade dos grandes intelectuais. os versos surgem nas páginas, soltos e livres de qualquer responsabilidade: o que importa é a naturalidade com o qual foram surgindo. daí a sua beleza. vejamos: "com seu jornal do high society/ embrulhei o lixo do meu quarto/ o que sobrou do nosso amor/ pelos cantos/ nas frestas do assoalho/ embaixo da cama"
(...)
enriquecido pelas ilustrações do autor, os poemas passeiam pelas páginas como se fizessem parte de um todo: desenho/poesia. com a profundidade da sinceridade poética que existe dentro de cada um de nós, mas que muitas das vezes, não sabemos como dizê-la, o poeta se abre na espontaneidade natural e por isso, seus poemas brilham aos olhos do leitor. observamos isso em seus versos. vejamos mais uma vez: "pedra que molha/ nascente/ água/ caminho/ rio/ leite de cio'
(...)
o avesso do tropeço é um livro pequeno, de bolso, mas tem a grandeza dos versos sensíveis que surgiram à flor da pele. é gostoso de se ler e é sincero no que diz. é um livro que com certeza agradará a quem tem sensibilidade para perceber até nas entrelinhas. e quem escreve versos como: "você é o silêncio? - (...) / tô com você/ na ponta da língua" merece ser lido em qualquer circunstância.
rogério salgado . poeta e jornalista

quarta-feira, 24 de junho de 2009

gênesis - decifra-me ou te devoro

esse quadro ambiental está aqui porque abri um espaço com mais informações sobre essa obra. o linque está na janela de linques (gilbertinópolis) aqui do nosso papel elétrico. clique, e o resto é com você.

sábado, 23 de maio de 2009

boa noite

a noite me pede um poema/ um pequeno pedágio/ para que eu possa/ ir dormir/ nela// entro/ calmo amarelo/ incandescente/ rumo ao seu infinito escuro/ dou a ela essas palavras/ lhe digo e peço// vai bem / leva contigo esses versos/ e talvez serenada/ me acalenta com eles/

quarta-feira, 20 de maio de 2009

lançamento - algumas fotos

as fotos acima foram feitas por: renata queiroz e rafael abreu
essas fotos foram tiradas pela luciana lunardi, menos a que ela é fotografada, que até o momento não sei o autor(a) . alow. quem tiver mais algumas envie-as para postarmos aqui no papel elétrico