quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

intermezzo XXXIII - baú . meio - tibiriçá dias, kimura schetino, nino stutz, gilberto de abreu e arlindo daybert


tibi, kimura schetino, nino stutz, gilberto de abreu e arlindo daybert na exposição coletiva que reuniu: jorge dos anjos, fernando pacheco, george hardy , jayme reis e gilberto de abreu na manuel macedo galeria de arte. 1999
foto lincoln continentino.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

retrospectiva casa lima d'artes


release:

Abertura: 23 de novembro, sábado, das 11 às 18h

Período: De 23/11 a 23/12
de segunda à sexta , de 10 às 18h e sábado de 10 às 14h.

Local: Casa Lima D’artes, rua Lima Duarte, 86, Carlos Prates, BH/MG
Telefone: 31 3462 4324 casalimadartes@gmail.com

Coletiva de pinturas que reúne 5 artistas mineiros: Carlos Macedo, Gilberto de Abreu, Juarez Dias Costa, Lídia Miquelão e Rachel Gilberti.

São 5 assuntos, cada um com uma poética e cada assunto uma história a parte. As poéticas se encontram para fechar o ano de 2013. Os artistas presentes nesta mostra fizeram parte das páginas iniciais da galeria. Cada artista trás na bagagem uma grande travessia neste universo tão peculiar e sensível que é o universo das artes plásticas.

Mineiro de Betim, autodidata, o artista plástico Carlos Macedo, descobriu o universo das artes plásticas ainda adolescente. Ele trabalhou muitos anos como moldureiro, o que o levou a travar contato com pintura, desenhos, colagem, gravuras e objetos. Ao encontrar as superfícies das pinturas e encarar o desafio de preencher as telas em branco, construiu uma carreira longe da badalação do mercado.

“ -A gente anda tão envilecido que não merece participar do mundo do Gilberto de Abreu, mas quem entra nele, mesmo os cretinos, não sai impune. sua poesia brota tão pura que machuca. e às vezes machuca fundo. (wander piroli).
- O Beto traz para perto da gente a ligação do sonho com o real. liga o consciente ao inconsciente como quem abre uma janela e deixa entra o sol. (lô borges).
- O surpreendente é o lirismo com que ele monta as suas cenas, os elementos-personagens e a ênfase no instante reflexivo que a experiência solicita. A graça das formas, as cores e desenhos positiva e anula o terror quanto ao desconhecido. (walter sebastião).”

Juarez Dias Costa natural de Belo Horizonte, formado em desenho industrial e comunicação visual pela Fuma em 1981, publicidade e propaganda pela Fame em 2005 e também cursou cinema entre 2007 e 2008. Foi diretor de arte de três filmes de curta metragem. Tem no curriculum uma dezena de exposições individuais e outra dezena de coletivas de 1974 a atualidade. De 1998 a 2008 residiu, trabalhou e realizou individuais na Espanha, Portugal e Alemanha.

Lidia Miquelão, natural de belo Horizonte, Iniciou seus estudos acadêmicos em artes plásticas na Fundação Escola Guignard - atualmente UEMG de 1978 a 1988. especializando-se em pintura (Carlos Wolney, Orlando Castanõ e Pedro Augusto), desenho de criação (Marco Túlio de Rezende) e cerâmica (Teresinha Escobar e MaryLane Amaral).
Morou de 1994 a 1995 nos Estados Unidos, Rochester/ Nova York, tendo frequentado “Creative workshop: Clay Technique (Arthuro de Vitalis) e Advanced Oil Painting (Philip Murray), no Memorial Art Gallery of University of Rochester.
Participou de várias oficinas nos Festivais de Inverno da UFMG, nos anos 1998, 1999, 2000, 2001 e 2002, com os seguintes artistas: Mário zavagli, Fernando Velloso, Clébio Maduro, José Alberto Nemer, Marco Túlio Rezende, Paulo Whitaker e Leda catunda.

    Natural de Belo Horizonte, Rachel Gilberti residiu durante vários anos nos Estados Unidos. Nos quadros, ela retrata com vários ângulos diferentes, diversos locais que já visitou, como instalações na Itália, e mercados de flores na Guatemala.
Graduada em Arte de Estúdio e Ciência Política na universidade de Denison, Ohio, Rachel Gilberti também estudou na Itália e já trabalhou com cerca de seis projetos de arquitetura nos Estados Unidos.

CONTATOS:
(31) 3462 4324 CASA LIMA D’ARTES
(31) 8810 8260 MANOEL HAGEN

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

uma cena do cine do real


em frente ao galpão de compra e venda de papeis para reciclagem
tem umas barracas“os” improvisada(o)s, onde parece comum que algumas das pessoas que recolhem esse tipo de material espalhado pela parte pública da cidade, passem ali a noite para bem cedo trocarem o conteúdo vertical dos papeis amassados de seus carrinhos por outros pedacinhos de papel que valem o $ que está neles escrito.

o galpão é esquinado por avenidas. uma tem o arrudas canalizado. 
e em parte da outra começa e passa acima dela própria um viaduto, onde, embaixo dele e em frente ao galpão, tem mais algumas poucas  barracas“os” improvisada(o)s.
e é nesse lugar, embaixo do viaduto e em frente ao galpão que o nosso ônibus parou obediente ao vermelho do semáforo.
e vimos:
que ali em meio a aqueles papeis fardos carros de madeira barracas”os” tinha duas mulheres já bem vividas duas donas marias  vivendo um momento especial; elas se abraçavam, se beijavam sorriam corriam por ali se tropeçando se esbarrando e retornavam aos  abraços e beijos com gritinhos e sorrisos felizes prenunciando uma noite feliz, uma madrugada feliz um tempo feliz reciclando sentimentos e por que não, nos envolvendo numa reciclagem,
embora para elas talvez nem existisse aquele coletivo iluminado/iluminando-as
ali parado esperando uma luz verde
pra então seguir seu itinerário...

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

o rádio - toninho horta - serenade/ouro preto

 
video
 
esta faixa tem as músicas serenade e ouro preto, gravação feita nos eua no seu cd durango kid imagens são feita pelo fábio carvalho que também fez a edição.as cenas comigo e com a lucienne foram no sesc pompéia em são paulo, e não nenho registro de quem fez as imagens.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

senhorita cannabis

tirei a senhorita cannabis pra dançar
elegante garbosa firme
feliz e generosa
comigo
ela dançou
 .
a senhorita cannabis
é muito sensível ao toque
é como ir produzindo a escrita
onde ela me abre
a própria vida
 .
a irmã de senhorita cannabis
é intelectual e cativante
e também muito sensível ao toque
que a eriça na aura
deixando-a como flor aconchegada
a escrever seus desejos
 .
às vezes eu vejo a senhorita cannabis
como se vê um coração
às vezes eu vejo a senhorita cannabis
e sua irmã
como se lê um livro
próprio.

sábado, 15 de junho de 2013

o rádio - carlos santana - blues for salvador

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esse santana, me foi apresentado por denio albertini, um amigo que dentre muitas outras coisas, é também programador musical.
eu tinha um ateliê na casa que ele dividia com o lúcio tadeu e o nino stutz; na conde de linhares 580. veja mais no linque: http://gilbertodeabreubr.blogspot.com.br/2010/01/momento-colecoes-os-amigos.html
blues for salvador é de autoria do próprio carlos santana e chester thompson.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

o rádio - jeff beck - cause we've ended as lovers

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outra faixa no rádio. essa de autoria de stevie wonder, por jeff beck, arranjo de george martim, no disco blow by blow.
essa música conheci na caixa de música, e nas apresentações da ópera visual os temporais do tempo no crepúsculo dos deuses, bh, ela estava incluída na trilha.
as imagens são de fábio carvalho e a edição de luiz edmundo alves.

terça-feira, 11 de junho de 2013

o rádio - beto guedes - nena

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o rádio é uma série de clipes inspirados do quadro o rádio.
isso acho que foi em 91, por aí...
era só juntar a músicas que eu gostava e gosto às imagens que o fabim (fábio carvalho) estava sempre capturando.
o luiz edmundo alves fez a edição dessa e de mais duas outras faixas d'o rádio'.
que virão em outro post

sexta-feira, 15 de março de 2013

momento - imensa tristeza



conheci o sergim em 1986, quando ele gravava digitalmente os shows do I seminário da música instrumental em ouro preto, onde além de eu ter feito a camisa, fazia também com henrique cazes o curso de cavaquinho.  
bolsa que ganhei do amigo e parceiro toninho horta criador do seminário.
de lá pra cá eu e o sergim desenvolvemos uma amizade alimentada por trabalhos que sempre nos instigavam muito.
começamos com gravações das trilhas de performances, óperas e operetas visuais, onde conheci a capacidade e conhecimento somada à grande intuição do profissional sérgio murilo.
o que fazia dele o melhor técnico de gravação que já vi trabalhar.
o ser humano, o homem do bem, quem conviveu com ele sabe dizer.
no fim dos anos 90 me convidou a gravar um cd no seu estúdio áudio-digital.
na sua generosa viagem, abriu as portas do estúdio e trabalhamos no sistema de permutas.
nesse momento ele já tinha abandonado o digital e optado pelo analógico em função da qualidade.
por mais de um ano trabalhamos com muito carinho e acuidade o cd joão, gilberto e clarisse.
nesse cd pra única coisa que não existe uma crítica sequer, é a qualidade da gravação. perfeita!
por ser um cara diferenciado, minha experimentalidade mexia positivamente com ele. 
esse trabalho o transformou no meu parceiro junto ao joão carlos e a clarisse alvarenga.
um parceiro no fazer.
nem bem foi lançado, começamos a fazer outro, que até hoje não terminei por, confesso; incompetência minha, mas...
ontem o sergim se foi, com todo o seu carisma, com todo o seu talento e com todo o seu amor. 
isso ele tinha demais.
deixa seus amigos e parentes com lembranças da sua imagem, do som da sua voz, e daquela energia e modo de ver a vida que só as pessoas simples e iluminadas podem ter.
acho que a vida é assim...

foto lincoln continentino

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

os bixo










talvez o bixo se engula pelo rabo
numa autofagia simbólica
aos grandes artistas

talvez o bixo use o rabo
como maxilar e 
mastigue e engula
a quem agora o vê.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

sobreviventes de temporais - à espera da espera



à espera da espera. 25x40cm. acrílico sobre tela. 
este é sobrevivente por ser feito de tiras retiradas do quadro à espera de 91 (também na sala de restauro, esperando...). é uma das poucas telas minhas pintada com tinta acrílica.

sobreviventes de temporais - árvore de maçãs




árvore de maçãs - 30x40cm. óleo sobre tela em relevo. este é de 90. mas foi moído pelo tempo e agora em 2013 dou-lhe uma sensível restaurada. por baixo de sua tela a lhe dar esses relevos se encontram; fio de luz a dar forma a arvore e sementes de cannabis às maçãs.