quarta-feira, 26 de agosto de 2020

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

mais 14 da série 'poemas para um pintor'

esses foram feitos no decorrer das últimas 3 décadas, esporadicamente foram saindo.
revirando arquivos consegui resgata-los, os tamanhos , como não tenho mais os quadros, variam de 20, 30 a 40 cms





















































mais 1 da série 'poemas para um pintor'


















óleo sobre tela em relevo - 104x45cms. 2017

domingo, 20 de outubro de 2019

poemas para um pintor - a exposição





Gilberto de Abreu 
faz a abertura da exposição de seu trabalho artístico 
“Poemas para um pintor” , 
na Asa de Papel café& arte .
É na quarta-feira, 23/10, às 19h00.



quando ao preparar a tela
coloco pincéis usados, tampas de,
e tubos de tintas vazios
entre
o pano e a madeira ou eucatex
começa a se fazer o poema.”
“Teve uma época em que eu preparava todas as minhas telas ou suporte pras pinturas.
A inquietude, como sempre, não me permitia fazê-las todas sempre iguais.
Foram entrando variações, uma delas foi o relevo.
Comecei a colocar objetos entre o tecido e o suporte antes de entrar com a tinta.
Quando esses objetos são o material que produziu vários outros quadros,
eu os trato como poemas”.
Gilberto de Abreu / 2019

Sobre a obra do Gilberto de Abreu , trecho de comentário :
“Mais uma vez essa combinação de materiais diferentes confirma a multiplicidade de elementos usados pelo artista, mas não como um artista de vanguarda, de experimentos, mas sim, de um artista cuja mescla parece surgir naturalmente”.
Mario Alex Rosa e Ronald Polito de Oliveira.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

sempre quando tem dois ônibus assim


sempre quando tem dois ônibus assim é um livro meio diferente que fiz em 76,
ele é composto de 12 páginas em que cada uma delas é dividida em três.
ao passar cada parte de uma página aparecerá a página seguinte combinando com a que está na frente, e assim sucessivamente, provocando um tipo de leitura bem diferente. 
que você pode fazer ao acaso ou conhecendo mais um pouco as imagens, pode formar as suas próprias combinações.
abaixo algumas das não sei quantas combinações possíveis, 
são 12 páginas divididas em 3 que se combinam.
obs: clique na imagem para ampliá-la e veja-as sequenciadas.



































































terça-feira, 8 de janeiro de 2019

os últimos coyotes (que eu fumei).























   quando parei de fumar meus hollywoods começei a fumar cigarros de palha, desses que são amplamente comercializados por aí. experimentei vários até chegar no coyote, e gostei da caixinha tanto que comecei a colecionar. 
essas que estão aí acima, compondo esse quadro e mais umas pouquíssimas, foram todas as que consumi.  
agora fumo cigarros de palha feito com um fumo mais natural. 
a química colocada nos cigarros dá um cheiro e um gosto muito ruins.

a contemporaneidade quer de nós, logicamente, a atualidade em todas as formas possíveis, 
através do material, do tema, da visão de tudo o que possa nos remeter ao presente
matéria prima dela própria.
colecionar caixinhas, essa matéria prima do pop, e contar uma passagem da vida que se desenvolve no presente momento são momentos contemporâneos.  

os últimos coyotes
que eu fumei
metal papel e látex sobre papelão. 70x100cms. 2018/2019
fotos gilberto de abreu